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Recomendo... I Am Alive!



Quando I Am Alive foi anunciado na conferência da Ubisoft, realizada na Electronic Entertainment Expo (E3) de 2008, pouquíssimos detalhes vieram à tona. Apenas um vídeo foi demonstrado, mas já era possível notar que estávamos presenciando um jogo promissor. Felizmente, novas informações foram reveladas e as expectativas se tornaram ainda maiores.

Basicamente, a trama de I Am Alive envolve os acontecimentos de uma Chicago devastada por um terrível terremoto. Você encarna Adam Collins, um cidadão comum que sobreviveu à destruição e busca encontrar sua namorada e outros sobreviventes para obter atenção das forças do governo...


#Recomendação - Cube World

#Thiago Zeni...


Na área, o jogo é de cubos galerinha (mas é bom) pra trazer pra vocês mais uma recomendação, desse jogo mega épico, o #Bruno Tebet ja fez uma no blog e pra quem quiser conferir ta aki -->>Minecraft + Wow

Antes de começarmos:

Primeiro Cube World esta em Alpha então bugs são normais

E segundo, não sei se é problema do site oficial deles mas deu o que fazer pra conseguir jogar.


Pois bem, um de meus amigos me apresentou o jogo e deu uma grande definição para:


” Cara, é um minecraft RPG”


Isso com certeza já diz a todos como é construído, principalmente o design do jogo. Mas acredito que apesar dessa definição nos dar uma grande idéia de como seria o jogo, na questão jogabilidade as diferenças são gritantes. Diferente de Minecraft, não temos “A mão de Deus” e podemos mexer com o cenário do jogo à nosso bel prazer, e é pertinente dizer que o foco aqui é realmente a própria aventura, o “subir” de level como em qualquer outro RPG.

 photo sxibi_cubeworld_zps56bf4880.jpg

Quanto ao jogo em si, podemos escolher raças diferentes para criação de nosso personagem, são elas:

Humano
Dwarf
Orc
Goblim
Lizard
Undead
Frogman

E cada raça pode dominar uma dessas classes:

Warrior
Ranger
Mage
Rogue (clique na classe para ver o video informativo)


Feito a escolha de raça e classe nos é apresentado um mundo “quadrado” e vasto com varias formações, biomas e cidades diferentes.


Em nossa aventura nos deparamos com monstros, animais e aventureiros! Sim em nosso caminho podemos encontrar outros aventureiros em busca de dinheiro ou poder, mas não se engane nem todos vão te receber gentilmente.


A jogabilidade até aqui continua básica de RPGs, criaturas com nomes em vermelho estão muito acima de seu nível, conforme a cor vai ficando mais “fraca” isso nos diz que são criaturas com níveis mais baixos, próximos ao seu.

Nome Vermelho = MORTE CERTA.Nomes em Azul indicam criatura de nivel próximo ou igual ao seu.

Não tivemos problemas com a localização também, nesse ponto além de detalhado o mapa tem marcações de pontos de importância, espadas para indicar os “Chefes” e outros lugares mais interessantes como ruínas, pirâmides etc…


Um grande diferencial, é que animais encontrados em todo o mapa podem ser domesticados e para fazer isso é simples, dando a ele sua comida favorita. Depois disso ele ganha XP, sobe de level e claro ajuda o player com as batalhas.

Veja aqui como domesticar.

Fonte: MachineGeek (EDITADO)

Cube World-Novo RPG.Minecraft+WOW?

Fala ae galerinha tebet aqui e dessa vez venho trazer um port sobre um otimo novo rpg,Cube World,ele lançou a cerca de 1 semana e ele esta alucinante e uma combinação dos gráficos e um pouco do estilo de minecraft só que mais bonito com umas caracteristicas de World of Warcraft,quando anunciaram fiquem com um pouco de raiva pois jogo minecraft e disse que aquele jogo era paga pau mais ele é muito legal tem todo um sistema de crafting lutas pets poder para usar armas o jogo e alucinante,só joguei ele na casa do meu primo cerca de 1 hora e adorei ,é alucinante,custa 44 reais e vale cada centavo,fora que tem multiplayer ,eu ainda não tenho mai meu aniversário esta chegando e vou comprar ele e um controle de xbox(dei rage no bo2 taquei o meu no chão e ele explodiu) então vou voltar a ativa na live ,postar dicas e depois talvez uma analise completa .O jogo é bom e vale a pena comprar.Então é isso espero que tenham gostado e fiquem bem.


Monark e o Aldroyd estão fazendo usn videos bem legais sobre Cube World,da uma passada lá.

Pokémon: Generations Rpg criado por fãs




Um jogo grátis que se passa entre as versões "Red & Blue" e "Gold & Silver", gráficos 3D, e um suporte para partidas multiplayer e solo.

Cansado das batalhas por turnos? Feito pra você o game propõe essa mudança em suas batalhas, agora com lutas em

tempo real. O jogo foi criado por fãs, ainda indie promete sucesso aos fãs da Nintendo, ou da série

Pokémon.

Fonte: Uol (EDITADO)
Game feito por fãs apresenta versões tridimensionais dos adorados Pokémon.

Jogos indie gratis

Kyo, Jett Reddblood aqui (sentiram saudades?Claro que não), hoje eu estou trazendo 4 jogos indies gratis pra vocês, Então vamos ao primeiro:

Gang Garrison 2 

O jogo é basicamente um Team Fortress 2 em 2D e pixel é bem legal, acho que vocês vão gostar, Vai um video:
Link do jogo
Sim War V
é um simulador de guerra (Oh really?) em um mundo 3D e pixel (A maioria dos jogos indie é pixel por ser mais facil de fazer), video:
  Link do jogo
Teeworlds
É um jogo de tiro cartunizado (Acho que feito para iniciar seu irmãozinho de 2 anos em jogos de tiro)
video:
Link do jogo

Mega Man 8-bit Deathmatch
Para fechar com chave de ouro o post vai simplismente o jogo mais top que eu já vi (essa semana) é tão fodasticamente foda que vai o video:
Link do jogo( clique no 5º jogo e baixe.)

Watch Dogs

~Bruno  -Watch Dogs é um jogo de ação em terceira pessoa em que você entra na pele de um assassino com hablidades de hacker. O game se passa na cidade de Chigago em um futuro bem próximo, época em que toda a infraestrutura urbana e até mesmo as pessoas estão sob o domínio de um sofisticado sistema de controle, chamado ctOS. 

Watch Dogs possui um mundo aberto livre para exploração, podendo ser considerado um SandBox. Além de poder usar armas de fogo e executar alvos com ataques furtivos, a jogabilidade também permite que você use as habilidades de hacker do protagonista para interagir com a infraestrutura da cidade em seu benefício. 
Capa do jogo PS3/XBOX
Itens eletrônicos controláveis, como pontes levadiças e até mesmo semáforos nos cruzamentos, podem ser modificados por você para escapar das autoridades durante uma perseguição ou simplesmente causar o caos.



o vídeo é o principal trailer para o lançamento do Watch Dogs Fora de Controle para Ps4 E Xbox One no fim desse ano.

Se quiserem mais notícias de Watch Dogs um dos jogos mais esperados para esse ano é só deixar um comentário que postarei mais informações














Recomendação- Call Of Juarez: Gunslinger

CONSIDERAÇÕES

"Gunslinger" traz a série "Call of Juarez" de volta para o seu lugar, o Velho Oeste norte-americano, com todos os seus clichês. E faz isso sem tentar ser um "Call of Duty" de época ou nada do tipo. Pela primeira vez, parece que a franquia da Ubisoft encontrou sua identidade.

Esse é um jogo de tiro rápido, com mecânicas 'arcade': você acumula pontos, faz combos com tiros certeiros e pode pausar o tempo para detonar os oponentes. O visual colorido lembra, até certo ponto, "Borderlands", mas com uma pegada bem diferente: não é um 'western sci-fi' como o jogo da Gearbox, mas sim um faroeste autêntico, frenético e divertido.
  • Call of Juarez: Gunslinger
  • Call of Juarez: Gunslinger
  • Call of Juarez: Gunslinger
  • Call of Juarez: Gunslinger
  • Call of Juarez: Gunslinger

INTRODUÇÃO

Em "Gunslinger" você assume o papel de Silas Greaves, um caçador de recompensas que perseguirá os maiis famosos fora-da-lei do Oeste norte-americano. Em suas andanças, Silas vai encarar personalidades notáveis como Billy the Kid, Jesse James, Pat Garret e Butch Cassidy, entre outros sujeitos rápidos no gatilho.

A aventura é narrada pelo próprio Silas, misturando histórias reais com a ficção bem elaborada e divertida do jogo. Há uma boa variedade de armas para brincar e você pode evoluir as habilidades do mocinho, ajustando o personagem ao seu estilo de jogar.

PONTOS POSITIVOS

  • De volta ao Velho Oeste
  • Silas narra sua aventura em uma mesa de salloon e você acompanha o caçador de recompensas em suas desventuras pelo Oeste Selvagem. Ao longo da jornada, vai encarar vários foras da lei, quadrilhas de assaltantes, os pele-vermelhas e toda sorte de clichês ambulantes do gênero. E vai se divertir muito com isso.

    Em meio a tantos jogos de tiro (pouco) inspirados nos dias atuais e invasões alienígenas, o retorno de "Call of Juarez" ao Velho Oeste garante boas horas de aventura em um cenário menos comum. O fato de Silas ter que corrigir a narrativa de vez enquanto torna a brincadeira mais divertida: nessas horas, a ação retorna um pouco no tempo e as condições da fase mudam de acordo com a história.

    Assim como "Assassin's Creed", o jogo mistura realidade e ficção: personagens reais são alvos das caçadas de Silas e você pode aprender mais sobre eles e a época ao encontrar itens colecionáveis ao longo do jogo, na forma de ferraduras. São muitos itens escondidos e quem quiser pegar todos vai precisar de paciência e, provavelmente, mais de uma sessão de jogo completa.
  • Tiroteio rápido e divertido
  • "Call of Juarez: Gunslinger" tem um ritmo rápido, com tiroteios frenéticos e descompromissados. Você faz combos e acumula pontos ao mandar balas precisas na cabeças de alvos, destruir partes do cenário, acertar bananas de dinamite no ar ou eliminar vários inimigos com uma explosão, por exemplo.

    Silas pode equipar armas de diferentes tipos: pistola, rifle, espingarda e mesmo um par de revólveres. Há diferentes armas que podem ser pegas pelo cenário e algumas delas são raras, com atributos melhores e visual invocado - além de uma história pessoal, envolvendo seu dono antigo.

    Conforme detona os adversários, você enche uma barra de energia para ativar um sistema de câmera lenta, que destaca os oponentes e permite acertá-los como patinhos em uma galeria de tiro.
  • Visual colorido
  • "Gunslinger" tem gráficos no estilo cell-shadding, que lembram um desenho animado. Suas cores fortes remetem ao 'western futurista' da Gearbox, "Borderlands", mas sem os traços exagerados daquela produção.

    As cidades, minas, fazendas e outros cenários de "Gunslinger" são bem feitos e cheios de detalhes, desde que você não saia muito da área onde a ação está acontecendo. Vire para o lado errado e vai ter muito espaço para andar, mas nada demais para ver.

    Em todo caso, o visual de "Gunslinger" agrada e é uma bem vinda mudança em comparação aos tons de cinza e marrom dos demais shooters atuais.

PONTOS NEGATIVOS

  • Sistema de duelo
  • Algumas das lutas contra chefes em "Gunslinger" se resolvem com um clássico duelo: os dois personagens se encaram, medem forças e sacam suas armas, mandando bala um no outro. É o mesmo sistema dos jogos anteriores mas, vamos admitir, não é legal. E quebra o ritmo frenético do jogo.

    O problema é o controle: você usa botões diferentes do que usa para atirar normalmente. Precisa mover uma retícula para manter o 'foco' no oponente enquanto usa outra alavanca para manter a mão de Silas sobre o revólver. Ao menor movimento do braço do inimigo, precisa apertar um botão para sacar, mover a retícula para mirar - de novo - e apertar outro botão para atirar.

    Você vai errar várias vezes. Vai morrer em todas elas. Até que, eventualmente, vai acertar, mais por acaso do que por ter dominado a técnica.

    Ah, você pode atirar antes do oponente sacar - mas vai ficar conhecido como um assassino desonrado. E deixar de ganhar uma conquista ou troféu no final do jogo, seu covarde.
  • Linear demais
  • "Gunslinger" é um jogo descomprimissado e deve ser encarado assim. Você vai avançar por algumas horas, mandando bala em inimigos, buscando ferraduras e ganhando pontos enquanto dispara tiros para todos os lados. Eventualmente vai encarar chefões em duelos ou em batalhas mais divertidas, em arenas bem boladas.

    O cenário ao seu redor, porém, não é tão limitado e você pode decidir dar uma volta. E não vai encontrar nada. Áreas vazias, com umas árvores aqui e ali, uma cerquinha, umas pedras. Nada para ver, nada para fazer. Melhor voltar para onde a história está acontecendo.

    "Call of Juarez: Gunslinger" é um jogo para download, uma proposta menor dentro da série - ainda que seja o game mais acertado da franquia - mas poderiam ter colocado alguma coisa nessas áreas remotas, para recompensar os jogadores curiosos.

    Fonte: Uol

    Link para a video série desse game no blog
    http://nerdsniper.blogspot.com.br/search/label/Video%20S%C3%A9ries

Minecraft+CoD= GumCraft (Grátis)

Guncraft é um shooter em primeira pessoa que utiliza o estilo gráfico voxel, o mesmo estilo gráfico usado em Minecraft, com objetos em aspecto pixelizado e cores fortes, mesclando a potência gráfica dos dias atuais com a arte simplista da geração 8-bit de videogames.
Este jogo traz elementos tradicionais do FPS e os combina com as inúmeras possibilidades de construção e edição de fases, onde os desenvolvedores encorajam a comunidade para criarem seus próprios mapas para o shooter.
Você poderá criar modos, skins, temas e o que mais lhe vier na mente para ser adicionado ao jogo, e convidar seus amigos para aproveitarem suas obras online.


    Roda em XP/Vista/7

    Defiance #Recomendação

    CONSIDERAÇÕES

    "Defiance" se desdobra para alcançar os diversos objetivos de seus criadores: é um MMO simplificado, é um projeto transmídia ligado à uma série de TV, é um mundo aberto persistente e um jogo de tiro. O jogo diverte, mas não realiza nenhuma dessas metas em seu potencial pleno.

    Os defeitos falam alto, desde a trama fraca e mal apresentada até o combate pouco responsivo. Muita coisa está sendo aprimorada desde o lançamento, como é da natureza dos MMOs - e nisso a Trion Worlds é experiente. Ainda assim, há muito o que fazer. O game vale como uma porta de entrada neste gênero, desde que você mantenha suas expectativas baixas.
    • Defiance
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    • Defiance

    INTRODUÇÃO

    Projeto ambicioso da Trion Worlds, "Defiance" é um misto de MMO e jogo de tiro em terceira pessoa - quase como um "Borderlands" com centenas de jogadores e um mundo persistente. Também é um projeto transmídia, diretamente ligado ao seriado exibido no SyFy Channel, com eventos que interligam ambas as histórias.

    É um jogo mais simples do que a maioria dos MMOs e mais complexo, ao menos na parte de evolução de personagem, do que outros shooters. Poderia ser muito melhor e quem sabe em uma próxima investida, alcançe todo seu potencial. Do jeito que está, "Defiance" faz às vezes de experiência divertida mas não que não é cativante o bastante para você trocar seu "Halo" ou "Call of Duty" de todo dia.

    PONTOS POSITIVOS

    • MMO para iniciantes
    • "Defiance" é mais complexo do que a maioria dos shooters atuais, ao menos no quesito evolução do personagem. Mas ainda assim, é mais simples do que outros MMOs, como "Star Wars: The Old Republic" ou "World of Warcraft", por exemplo. Os personagens não possuem classes pré-definidas e sim habilidades que são adquiridas e aprimoradas com o progresso do jogador.

      Você seleciona uma habilidade principal inicial e vai distribuindo seus pontos a partir dela. É possível adquirir vantagens que melhoram seu desempenho em combate e moldar o personagem de acordo com seu estilo de jogo. Também há armas, granadas e trajes especiais que fazem toda a diferença no calor da batalha. Essas armas podem ser modificadas com itens adquiridos de inimigos ou nas várias lojinhas do game.

      É preciso admitir: leva um tempo para se entender com a interface de "Defiance", principalmente nos consoles. Mas superado este obstáculo, você consegue desenvolver seu personagem relativamente rápido, sem a necessidade de ficar horas perseguindo inimigos menores para ganhar pontos de experiência.
    • Ação cooperativa
    • As missões de "Defiance" se dividem em vários tipos: temos missões principais, ligadas à trama central do jogo. Missões paralelas, desafios de pilotagem, missões episódicas - ligadas ao que está rolando na série de TV - e eventos que acontecem à céu aberto, onde qualquer jogador nas imediações pode participar, os 'Ark Events'.

      Para a maior parte das missões, você pode formar grupos com até 4 jogadores, mas sem um grupo definido, qualquer um pode entrar na aventura e dar uma mão na briga contra os mutantes e monstros que assolam esse futuro pós-apocalíptico. E é aí que "Defiance" brilha, principalmente nos 'Ark Events', que podem reunir mais de cem pessoas na briga contra os monstros.

      Você pode estar guiando um caminhão no meio de outra missão, olhar para o lado e ver um evento desses, com um chefão enorme lutando contra um bando de aventureiros. Basta girar o volante e atropelar o monstro, entrando na briga ao lado dos outros jogadores.

      "Defiance" é muito mais satisfatório nessas horas, mas o jogo tem uma quantidade grande de missões que podem ser cumpridas sozinho, bancando o 'Lobo Solitário'. Essas missões menores ficam repetitivas rapidamente, mas ao alcançar áreas mais avançadas do jogo, as coisas melhoram e surgem aventuras mais diversificadas.

      Fora da campanha principal, um modo multiplayer competitivo chamado "Shadow War" pode entreter os jogadores por um tempo, mas não é grande coisa. O destaque vai para as missões cooperativas, mapas abertos após realizar certos eventos da campanha e que permitem jogar partidas empolgantes com mais 3 companheiros, abatendo mutantes e cumprindo objetivos específicos.
    • Suporte constante
    • A Trion Worlds vem realizando várias mudanças e adições em "Defiance". Jogadores veteranos de outros MMOs sabem que isso é comum, mas não é algo que se vê todo dia nos consoles. Desde o lançamento, o jogo recebeu novas cenas de animação, melhorias no sistema de combate e ajustes nos veículos, entre muitas outras coisas.

      Eventos envolvendo episódios da televisão rolam com frequência, o que aproxima o jogador do seriado do SyFy Channel - que é, inclusive, exibido no Brasil - e rendem prêmios como trajes exclusivos para quem completar as missões, que não ficam disponíveis por mais do que algumas semanas. No final da primeira temporada, acontecimentos do jogo afetarão a trama da TV e vice-versa.

    PONTOS NEGATIVOS

    • Atualizações cansativas
    • Um grande problema de "Defiance", ao menos nos consoles, é o sistema de atualização do game. Ok, é legal ter conteúdo novo e correções quase semanais, mas ser obrigado a esperar o download desse conteúdo após entrar no jogo é cansativo e entediante. Você fica lá, esperando a taxa de download melhorar, a barra de atualização encher... enquanto o tempo passa.

      Uma atualização grande pode levar mais de uma hora, e isso com uma conexão de internet bastante decente. No PC você sempre pode sair e fazer outra coisa, em outra janela. Não é esse o caso no PS3 ou no Xbox 360.
    • Trama mal apresentada
    • Embora seja ligada diretamente a um seriado de TV em andamento, a trama de "Defiance" é muito mal apresentada: você joga com um Ark Hunter, um personagem mudo, que se limita a cumprir missões para militares, cientistas ou para uma garota alienígena que vai lembrá-lo constantemente que personagens femininas bem desenvolvidas como a mais recente Lara Croft ou Clementine de "The Walking Dead" são exceção e não a regra.

      A história é a seguinte: após uma guerra contra os alienígenas Votan e catástrofes envolvendo um processo de terraformação, o mundo se encontra destruído. Os Votan e os humanos se unem - ainda que de forma frágil - para encarar outros perigos, como os mutantes e criaturas monstruosas.

      No game, você explora a região de San Francisco, nos EUA, após um acidente, em busca do cientista Karl Von Bach e de tecnologia alienígena que pode salvar a raça humana... é tudo bem clichê, mas serve como desculpa para as missões divertidas, exploração, corridas de quadriciclo e batalhas com centenas de jogadores ao mesmo tempo.
    • Tiroteio fraco
    • A Trion Worlds é experiente quando o assunto são MMOs: é a produtora de "Rift", de onde "Defiance" puxa o conceito de seus Ark Events. Porém, este é o primeiro shooter da empresa e isso é perceptível até demais. Os tiroteios em "Defiance" são constantes, mas não passam a emoção do combate. Os disparos não parecem ter peso ou impacto e as armas não tem uma resposta decente nos controles.

      Em RPGs online medievais, como "Rift", tudo bem. Você aceita a idéia de clicar e deixar as estatísticas duelarem. Mas "Defiance" é um jogo de tiro em terceira pessoa, nos moldes de "Borderlands". E nesse gênero, é preciso transmitir adrenalina para o jogador. Cada arma deve ser diferente e passar uma sensação empolgante, coisa que simplesmente não acontece.

    Sniper Ghost Warrior 2

    Sniper Ghost Warrior 2







    Depois de ajudar a salvar Truenda – um país fictício da América do Sul – das garras opressoras da ditadura, chegou a vez de encarar novas missões ao redor do mundo como um atirador de elite. Sniper: Ghost Warrior 2 é a continuação do título de FPS homônimo que fez um relativo sucesso em sua primeira versão, apesar de algumas falhas na inteligência artificial e do excesso nas cenas de ação.

    Você assumirá o papel do Capitão Cole Anderson, um Consultor de Segurança Privada, e participará de diversas missões para eliminar alvos selecionados. O jogo segue a mesma proposta de seu antecessor, em que você deverá buscar os melhores pontos para a execução de seus inimigos, sem ser pego durante o caminho ou depois do disparo – e precisará de muita paciência e destreza para alcançar seus objetivos.
    É claro que também haverá combates em campo aberto, mas camuflagem, distância e tiros de precisão são os pontos-chave deste jogo. Suas habilidades serão testadas, pois fatores como distância, vento queda do projétil e até seus batimentos cardíacos podem atrapalhá-lo na hora de acertar o alvo. Você empregará técnicas furtivas e assassinatos à mão armada, além de técnicas de ataque (sniping).



    O game mantém alguns truques que fizeram sucesso na primeira versão, como as cenas em que as balas são disparadas em câmera lenta (no bom e velho estilo Matrix). Em algumas situações, Anderson terá companhia para cumprir tarefas.

    Sniper: Ghost Warrior 2 usa a Cry Engine 3, o motor gráfico usado em Crysis 2, e tenta melhorar a reputação do título, já que o primeiro jogo apresentou muitos bugs e uma inteligência artificial falha. Mesmo com os patchs de correção, o game continuou ruim nesse aspecto.

    Fonte: Baixaki

    Recomendação #11 - Borderlands 2




    CONSIDERAÇÕES




    "Borderlands 2" é uma experiência imperdível para os amantes de tiroteios virtuais, ação cooperativa e, acredite, RPGs de ação. A mistura inusitada criada pela Gearbox em 2009 foi refinada e ampliada em "Borderlands 2", tanto no viciante sistema de recompensas quanto no incentivo à exploração, com milhares de armas e pequenas surpresas escondidas pelo cenário.

    Mesmo para quem prefere jogar sozinho, "Borderlands 2" é um jogo altamente recomendável: com um enredo decente - coisa que faltava no game original - batalhas desafiadoras, uma sensação constante de evolução e descoberta e um vilão carismático, o jogo é cativante e rende algumas dezenas de horas de diversão.

    • Borderlands 2
    • Borderlands 2
    • Borderlands 2
    • Borderlands 2
    • Borderlands 2

    INTRODUÇÃO

    "Borderlands 2" leva os jogadores de volta à Pandora, o "velho oeste futurista e alienígena" da Gearbox. O game combina elementos de RPGs de ação - como o sistema de evolução e a coleta de itens - com um tiroteio em primeira pessoa frenético e eficiente. O jogo oferece suporte para até 4 jogadores em partidas cooperativas. Tudo isso é embalado pelos gráficos cell-shading, que dão ao jogo um visual de desenho animado - e compõem boa parte de sua identidade única.

    PONTOS POSITIVOS

    • Variedade de heróis


    • "Borderlands 2" traz 4 classes de personagem para escolher: Commando, Gunzerker, Siren e Assassin. Cada classe possui uma habilidade específica, que a diferencia das demais: o Commando utiliza uma torre de metralhadoras, o Gunzerker pode empunhar 2 armas ao mesmo tempo, a Siren pode atacar inimigos telepaticamente e o Assassin pode ficar invisível por tempo limitado.

      Só com isso, as classes já representam estilos de jogo distintos, mas cada uma possui 3 árvores de habilidades que permitem construir diversas variações dos personagens, conforme progride no jogo. E, caso deseje mudar tudo, basta visitar uma máquina dentro do jogo para redistribuir os pontos de habilidade, ao custo de uma pequena taxa.

      Os heróis podem ser personalizados também no visual: você pode escolher cabeças e cores de roupa, liberando novas opções ao longo do game. Porém, na prática isso não interfere tanto, já que na maior parte do tempo, quem vê seu personagem são os outros jogadores. Também é possível personalizar seus veículos, escolhendo variações das armas e da pintura.

      O que realmente 'personaliza' visualmente o herói em "Borderlands 2" é o arsenal que ele empunha. E opções não faltam, tanto em poder de fogo quanto em cores, efeitos e formatos de armas.
    • Ação cooperativa refinada


    • O "Borderlands" original já era um dos melhores títulos para jogatina em grupo nesta geração. Mas "Borderlands 2" pega a fórmula e aprimora, tornando a experiência muito mais divertida para todos.

      Se você prefere jogar sozinho, "Borderlands 2" é envolvente o bastante - você não terá aquela sensação de que está vagando sem rumo, coisa que acontecia no primeiro jogo. Mas o game brilha mesmo em partidas com os amigos. Podem ser 4 jogadores online ou até mesmo em tela dividida: 2 jogadores podem dividir uma televisão e jogar com outros 2 amigos online, por exemplo.

      Se a experiência ideal envolve 4 amigos, devidamente equipados com headsets, também há a opção de jogar com desconhecidos encontrados na rede. Você pode buscar partidas abertas de "Borderlands 2" e saber exatamente onde está entrando, qual o nível dos jogadores presentes e que missão estão fazendo, antes de entrar.

      Deixar seu jogo aberto para desconhecidos, porém, pode render bons momentos ou sessões menos agradáveis, já que você não conhece os outros jogadores e nem todos estão dispostos a se comunicar, coisa essencial em jogos do tipo.
    • Enredo envolvente
    • "Borderlands 2" se passa alguns anos após o jogo original, quando o planeta Pandora está quase totalmente nas mãos da corporação Hyperion e de seu carismático e detestável líder Handsome Jack - em bom português, "Jack Bonitão".

      Logo no começo, os jogadores são traidos por Jack e se envolvem em uma missão de vingança e salvação, temas que caem como luva para o cenário, um "faroeste futurista e alienígena" que pede para ser explorado.

      O enredo evolui de forma consistente, com boas reviravoltas e novos personagens e situações introduzidas em um ritmo que não cansa o jogador, mas o motiva a seguir em frente, até a conclusão do jogo. O fato de que agora o jogo tem um vilão bem definido - e muito bem construído - ajuda a história a avançar e a envolver o jogador.

      Não é preciso conhecimento prévio do universo de "Borderlands". Mesmo quando os antigos heróis do jogo aparecem, eles são facilmente apresentados para o jogador recém-chegado. Claro, quem se aventurou por Pandora no passado terá uma satisfação maior ao reencontrar Roland, Lilith e Mordekai, por exemplo.
    • Missões paralelas hilariantes
    • Se a campanha principal de "Borderlands 2" possui missões tensas e um enredo que às vezes beira o drama, as muitas missões paralelas que surgem pelo caminho permitem que o roteirista Anthony Burch e a equipe da Gearbox se divirtam com tramas hilariantes e aventuras inusitadas.

      As missões paralelas são cheias de referências à cultura pop e humor da internet - mas são divertidas e desafiadoras mesmo para quem não pegar a piada. Como exemplos, há uma missão envolvento entregar pizza e lutar contra mutantes que vivem no esgoto, no melhor estilo Tartarugas Ninjas, ou uma caverna misteriosa onde vivem os Creepers, zumbis quadriculados de "Minecraft".

      As missões extras incentivam à exploração, revelando pontos escondidos em mapas já visitados. Também servem como "pausa" para o avanço da campanha principal e oportunidade para ganhar experiência e itens melhores, sem parecer que está vagando à toa pelo cenário.

      Claro que, para entender e se divertir com as piadas e o roteiro bem humorado de Burch, é preciso dominar o inglês.
    • Evolução constante
    • Em "Borderlands 2" seu personagem está em constante evolução. Cada inimigo abatido rende experiência, mas também pode render dinheiro, munição e armas novas. Cada baú aberto é como uma máquina caça-níqueis, de onde podem brotar armas melhores, raras e dotadas de efeitos especiais ou uma nova peça de customização.

      Tudo o que o jogador faz é contabilizado e ao atingir certas metas, ganha-se "Badass Tokens", que permitem atribuir bônus adicionais aos atributos do personagem, como reduzir o coice das armas, aumentar o dano dos tiros ou regenerar mais rápido os escudos. São dezenas de atributos que podem ser ajustados com esse sistema, dando ao jogador a sensação de que sempre está ganhando alguma recompensa.
    • Replay elevado
    • Com 4 personagens para escolher e várias maneiras de evoluir cada um deles, milhares de armamentos para experimentar e muita coisa para ver e fazer, "Borderlands 2" rende muito mais do que as 30 e poucas horas de jogo contidas no disco.

      Seja jogando sozinho ou com um grupo de amigos, o game oferece recompensas randômicas em cada batalha contra chefe ou monstro mais forte e assim, vale muito voltar e jogar novamente, pela chance de uma arma mais rara surgir, ou para experimentar uma nova estratégia.

      E mesmo depois de acabar "Borderlands 2" pela primeira vez, há o modo New Game Plus. A opção já existia no primeiro "Borderlands", mas não era um incentivo muito maior do que recomeçar e continuar evoluindo e buscando novas armas. Agora, o New Game Plus oferece uma dificuldade extra, novos inimigos e itens exclusivos, além de exigir estratégias diferentes para certos chefões.

      Após terminar a campanha nesse modo "2.0", a brincadeira continua, com um modo 2.5 - aqui, não há nada de novo, mas todos os inimigos e itens aleatórios são escalonados para o nível do seu personagem.
    • Gráficos vibrantes
    • Hoje é difícil lembrar que o primeiro "Borderlands" foi, durante muito tempo de sua produção, um típico jogo de tiro realista pintado em tons de cinza e marrom. O estilo cartunesco adotado na versão final deu ao game da Gearbox mais do que identidade: deu-lhe uma alma.

      "Borderlands 2" retoma essa direção de arte moderninha e diferenciada, com cores gritantes, tanto nos cenários quanto nas armas, veículos e personagens. O resultado é uma estética única, que lembra os melhores jogos de tiro contemporâneos, mas com cara de desenho animado e muito mais estilo do que a concorrência.

    PONTOS NEGATIVOS

    • Falhas técnicas ocasionais
    • "Borderlands 2" é um jogo imperdível, mas não é perfeito. Como muitos títulos de mundo aberto, há falhas técnicas aleatórias que podem, às vezes, atrapalhar a brincadeira, principalmente com erros de colisão - personagens que ficam presos dentro de coberturas, falta de sinalização adequada em algumas missões ou um "bug" temível, capaz de apagar todos os pontos de Badass Token dos jogadores - esse último, já encontrado e corrigido pela Gearbox, via atualização.

      São falhas aleatórias, que podem nem sequer aparecer em seu jogo, mas que quando surgem, tiram o jogador do 'mundinho' de Pandora por alguns instantes. A maioria, porém, é inofensiva e não atrapalha o desenrolar da aventura. Mas é de se esperar que com os vários conteúdos adicionais programados para "Borderlands 2", a Gearbox aproveite também para corrigir essas falhas.

    Fonte: Uol (Editado)

    Bulletstorm O Jogo não Famoso

    Bulletstorm 




    Na Contra Mão



    Para quem compartilha essa visão madura sobre os jogos eletrônicos, "Bulletstorm" é um chute entre as pernas. O game da polonesa People Can Fly é um retorno ao básico do gênero e entrega o que realmente importa num videogame: diversão. Algumas horas de "Bulletstorm" faz com que o jogador repense seus conceitos e acredite que se ele achou que havia algo mais importante do que a diversão nos games, era por não estar jogando nada tão divertido antes.

    O enredo é simples, cheio de furos e clichês: o jogador é Gray, um pirata espacial preso em um planeta distante, acompanhado por Ichi, um ciborgue que já foi seu amigo e Trishka, uma garota de pavio curto. O trio precisa escapar e para isso, tem que mandar bala em centenas de inimigos que querem impedi-los.




    Armado com um chicote energético capaz de puxar inimigos, um chute poderoso e um pequeno, mas criativo, arsenal, Gray ganha pontos com as execuções - e quanto mais criativo o fim do oponente, mais pontos se somam. Chute o oponente em um abismo, incinere seu corpo, enrole uma corrente de explosivos em seu pescoço, atire em sua cabeça, ou faça as três coisas em sequência, e será premiado com placares melhores do que se apenas mirar e atirar na cabeça. O estilo faz toda a diferença em "Bulletstorm".

    O arsenal de "Bulletstorm" inclui uma arma que dispara uma corrente com granadas, como uma boleadeira explosiva, um rifle de precisão que permite ao jogador controlar o movimento da bala, um lança-granadas que dispara bombas do tamanho de bolas de boliche e, em dado momento, até um dinossauro mecânico que dispara raios laser. Cada arma possui um tiro secundário com efeitos poderosos, como a pistola que incinera o inimigo com fogos de artifício, por exemplo.




    O jogo é bem executado, como seria de esperar: A People Can Fly traz consigo a experiênca de "Painkiller" e sua parceira em "Bulletstorm" é a Epic Games, criadora do motor gráfico do jogo, a Unreal Engine. O próprio Cliff Bleszinski, criador de "Gears of War" esteve envolvido com "Bulletstorm". Daí, talvez, a semelhança física dos personagens de "Bulletstorm" e do próprio "Gears". Ainda assim, o game consegue criar uma identidade visual própria, com os cenários tropicais de Stygia, muito mais coloridos do que o tom cinza e marrom do carro-chefe da Epic Games.


    Competindo por pontos

    Uma influência clara de "Gears of War" está no modo multiplayer. O jogo não oferece partidas competitivas, ao menos não no modelo "um jogador contra outro", apenas um modo cooperativo para quatro pessoas, similar ao popular Horde, de "Gears of War 2": os jogadores encaram ondas de inimigos cada vez mais fortes, e competem pela maior pontuação, com "skill shots" exclusivos, que só podem ser realizados com a participação de dois ou mais jogadores.

    Outra modalidade extra, que promete dar sobrevida ao jogo, é o modo Echoes: nele, o jogador atravessa as fases da campanha, porém sem o enredo. As fases são divididas em estágios menores e para avançar é preciso marcar uma quantidade determinada de pontos. O placar final é enviado para um ranking mundial.



    O ponto fraco de "Bulletstorm" é sua história: assumidamente simples, a trama serve apenas de desculpa para o jogador avançar pelo mundo de Stygia e arrebentar os inimigos de todas as maneiras possíveis e imagináveis. Porém, durante a campanha, há várias cenas de corte que insistem em pausar a ação, diminuir a diversão do jogador e lembrá-lo de como o enredo do jogo é fraco. Também há pouca diversidade de inimigos, mas alguns possuem habilidades específicas, como se esquivar do chicote e dos chutes de Gray, exigindo do jogador novas táticas para enfrentá-los.




    Dead Island Riptide (?) Recomendação #10

    Fala aee pessoal Thiago Zeni denovo, começando com uma duvida pra mim o nome desse game era riptile kkkk mas descobri que era riptide que coisa estranha né? mais vamos la.


    Dead Island RIPTILE Riptide

    "Riptide" começa exatamente de onde o "Dead Island" original terminou. Um grupo de sobreviventes escapa de uma ilha destruída por uma infestação zumbi - em comum, o quarteto tem apenas a imunidade ao vírus que transforma as pessoas em mortos-vivos. Após uma rápida sucessão de eventos, o grupo vai parar em uma nova ilha, onde novamente precisa encarar hordas de zumbis.

    A história é previsível e digna de um filme B - e talvez essa seja a intenção, afinal, é uma história de zumbis, com todos os clichês do gênero.

    Você pode importar seu personagem do jogo anterior, com toda a experiência acumulada e habilidades adquiridas pelo caminho. Ou pode começar do zero, inclusive com um quinto personagem, introduzido em "Riptide", também imune aos mortos-vivos.

    A ação rola em primeira pessoa, mas você vai atirar pouco: munição é algo escasso e os disparos são barulhentos e acabam atraindo mais cadáveres curiosos e famintos. Você depende mais de armas brancas, como facas, remos, tacos de beisebol e pés-de-cabra. E boa parte da diversão vem do uso dessas armas para quebrar ossos, estourar miolos e decepar os braços dos inimigos.

    PONTOS POSITIVOS

    • Combate mano a mano
    • "Dead Island: Riptide" se diferencia da imensa maioria dos jogos em primeira pessoa com seu sistema de combate mano a mano. Você pode socar e usar armas brancas para acabar com os inimigos. Armas de fogo são raras e munição, mais rara ainda, como convém em um jogo que pretende manter os jogadores sempre lutando pela sobrevivência.

      Você pode lutar com armas como facas, machetes, tacos de beisebol e improvisar com remos e pés-de-cabra, entre outras opções. A idéia trouxe um certo frescor ao gênero em 2011, no "Dead Island" original. Mesmo agora, em 2013, não é algo que vemos com frequência e diferencia a franquia dos demais jogos de zumbis.

      As armas podem ser aprimoradas e itens melhores podem surgir após uma luta contra um monstro poderoso ou como recompensa de uma missão particularmente perigosa. Você pode modificar o equipamento, acrescentando pregos ao seu taco de beisebol ou fabricando um machado elétrico, entre outras opções.


      É preciso ficar de olho na deterioração do equipamento: armas quebradas não são nada eficientes. Para economizar, é sempre bom apelar para chutes e pisadas certeiras para finalizar os inimigos caídos. Exatamente como no primeiro "Dead Island".

      Em "Riptide" foi incluso um novo golpe: quando você está num ponto mais alto que o inimigo, pode saltar sobre ele para finalizar a criatura. O movimento é eficiente, exceto pelo tempo que a animação leva para ser concluída após a aterrissagem - que deixa você indefeso caso outros zumbis estejam na área.
    • Mais bonito
    • De cara, é fácil ver que a produtora Techland dedicou um bom tempo para deixar "Riptide" mais bonito que o "Dead Island" original. Os cenários são mais detalhados, os personagens melhor modelados e a água, em todas suas variações, chama a atenção pelo capricho gráfico.


      Os efeitos climáticos também se destacam: chuvas torrenciais dificultam a visão, inundam áreas na beira dos rios e trazem perigos como zumbis flutuantes - mortos-vivos que boiam como cadáveres até que você se aproxime, para então atacar sem piedade.

      As criaturas em geral estão bem detalhadas - embora poucos modelos de personagem sejam utilizados - e o jogo não tenha muitas novidades nas espécies de inimigos: além dos zumbis 'flutuantes', uma outra variação merece destaque, o 'granadeiro', que arranca e arremessa pedaços de seu próprio corpo contra o jogador.

    • Melhor com os amigos
    • Em "Riptide" você pode escolher entre cinco personagens - que funcionam como as classes de um jogo de RPG, sendo quatro do "Dead Island" original: Sam B (rapper enfezado que é especialista em armas contundentes (como martelos, bastões e cassetetes); Xian Mei (perita em armas brancas); Logan Carter (jogador de futebol americano que arremessa armas nos inimigos); Purna (nativa da ilha do jogo original, especialista em armas de fogo) e mais o novato John Morgan, fera em combate desarmado.

      Cada um deles possui suas próprias árvores de habilidades, que são adquiridas conforme os personagens sobem de nível, permitindo construir variações dos personagens conforme o estilo do jogador. Todos eles contam, em "Riptide", com perícias em cada tipo de arma, que é adquirida conforme usa essas armas contra os zumbis. Ao ganhar um novo nível de um tipo de arma, o personagem recebe alguns benefícios naquela categoria.

      Jogar "Dead Island: Riptide" sozinho é até divertido e sempre é uma boa opção para ganhar experiência ou juntar uma grana ou itens para melhorar uma arma. Mas a graça do game está mesmo em jogar com os amigos.

      Várias situações funcionam melhor ao jogar de forma cooperativa: você precisa salvar outros sobreviventes do ataque dos zumbis ou abrir uma porta enquanto alguém carrega um motor ou defender o barco contra os zumbis que surgem na água enquanto outro jogador está ocupado conduzindo o leme, por exemplo. Sozinho, você vai morrer muito mais vezes do que gostaria.

      Dá para jogar com desconhecidos, mas a cooperação é melhor quando você conhece os colegas de aventura. E mesmo que os personagens estejam no mesmo nível, muitas vezes estão em missões diferentes, o que pode estragar a experiência para um ou outro.
    • Barcos e cercos
    • Entre as poucas novidades de "Riptide", se destacam os barcos e os cercos. Agora você pode conduzir embarcações pelos rios que cortam a ilha de Palanai. O controle é muito parecido com o dos carros do jogo anterior - que também estão presentes - mas sem a vantagem da lataria para proteger os jogadores: zumbis brotam da água ou caem de barrancos para dentro do veículo e o grupo precisa encarar as criaturas, jogando-as de volta para o rio ou simplesmente passando por cima delas antes que subam a bordo.

      Já o cerco é uma situação que acontece com frequência nos acampamentos de sobreviventes. Ao estilo do modo "Horda" de "Gears of War", o cerco consiste em defender a base contra hordas de zumbis. Você pode preparar algumas defesas, como grades de arame eletrificadas, aumentando as chances de acabar com parte dos mortos-vivos antes da invasão, mas no fim tudo sempre vira uma correria para salvar os colegas ou a própria pele.

    PONTOS NEGATIVOS

    • Falhas técnicas
    • "Riptide" carrega as mesmas falhas técnicas do "Dead Island" original, lançado em 2011. Falhas de colisão irritantes estragam momentos que seriam emocionantes. Inimigos atravessam objetos que servem de barreira, como uma mesa ou uma grade. Armas podem cair dentro de uma parede, se perdendo para sempre.

      Não são poucas as situações em que as falhas técnicas de "Riptide" tiram o jogador do sério. E todas elas já estavam presentes no título anterior, o que torna tudo mais decepcionante - custava ter dado mais atenção aos problemas durante esses 19 meses de produção?
    • Pouco inspirado
    • O novo "Dead Island" é, infelizmente, um jogo pouco inspirado. Mesmo com pequenas adições nas mecânicas, não há novidades o bastante para justificar essa sequência. A impressão que permeia toda a aventura é que poderia muito bem ser uma expansão distribuída por download - e com um preço mais amigável.

      Durante todo o tempo, você vai vagar pela ilha cumprindo missões para outras pessoas, como um 'garoto de recados' com licença para matar. Quando não estiver coletando itens, estará arrebentando zumbis. Falta um pouco mais de variedade. Mesmo as variações climáticas ou as situações de cerco não fazem o bastante para dar ao jogador a chance de fazer algo mais além de golpear quem vem pela frente.

      Para completar, Palanai é uma ilha muito mais genérica e sem graça do que o cenário do "Dead Island" original.
      Fonte:Uol (Editado)